Daily Archives: 18 de Março de 2010

Visões sobre o Futuro – António Câmara

As quatro conferências subordinadas ao tema “Visões sobre o Futuro” realizam-se na Culturgest, às 18h30, entrada livre, levantamento dos bilhetes 30 minutos antes da conferência.

Espaços Públicos – 10 de Março
Espaços públicos, como as ruas e os jardins, não têm registado evoluções substanciais nas últimas décadas. Mas neste início de século estão a aparecer propostas que têm o potencial de alterar substancialmente a nossa vivência urbana. A mais radical vem da empresa americana Solar Roadways que pretende revestir os pavimentos das ruas e jardins com painéis especiais que recolhem e armazenam energia solar.

Inteligência Colectiva – 17 de Março
A Internet é o novo espaço público virtual, em que qualquer um pode aceder e processar informação crítica. A utilização colectiva dos pensamentos de pessoas individuais pode contribuir para a melhoria das decisões nas esferas pública e privada. Serão discutidos casos que poderiam ser exemplares para Lisboa e Portugal.

Objectos Inteligentes – 24 de Março
Discutia-se o futuro da computação numa conferência em 1995. Bruce Sterling, um dos mais famosos escritores de ficção científica, retirou o lenço do bolso e disse que aquele era o computador do futuro.
Uma rede portuguesa de empresas e grupos de investigação têm vindo a desenvolver as provas de conceito para objectos inteligentes utilizando substratos convencionais: papel, plástico, vidro, madeira, cortiça e tecido (incluindo um lenço).

A Comunicação em 2050 – 31 de Março
A comunicação em 2050 será multi-sensorial: a visão, audição, olfacto, tacto e gosto serão utilizados sempre que justificável. Desenvolvimentos em ecologia sensorial vão permitir a comunicação com animais utilizando uma nova geração de sistemas oculares, auditivos, de olfacto, e tacto. Estes sistemas, que permitirão a emulação de animais pelos seres humanos, terão ainda utilizações na educação, entretenimento e segurança.

A não perder.

Ana de Sousa

Anúncios

Alice no País das Maravilhas de Tim Burton

Entre a realidade e o sonho voamos entre o bem e o mal, caracterizado por figuras de grande impacto visual, a rainha má, o chapeleiro, os irmãos gémeos e, claro a Alice que ora diminui ora cresce graças a punções mágicas. Tudo isto envolvido em cenários de um colorido e velocidade estonteantes.
Desde criança que o sono da Alice era interrompido pelos seus sonhos/pesadelos, os quais fazia questão de contar ao seu pai, este sempre lhe dizia: “As melhores pessoas são meio loucas”, frase que repete ao longo do filme.
A história decorre em plena época vitoriana, no apogeu da Inglaterra sobre outras paragens, Índia e China, sendo para estes países que Alice vai após terminado o seu sonho. E será a sua capacidade de sonhar e visionar que a levarão de barco para dar corpo às iniciativas de seu pai.

Ana de Sousa